André de Sena Pinheiro
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
Atividade para o curso Descomplicando a informática - CED Seduc CE
"Longe de querer transformar o “hommo sapiens” em um “hommo informatus”, as novas tecnologias podem e devem ser utilizadas como mais uma ferramenta educacional.”.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Atividade Sobre Gestalt
Figura 1 (interrogação)
Unidade – os elementos estão junto o suficiente para que se perceba o grupo formando o ponto de interrogação. Apesar de não possuir a forma exata, a proximidade dos elementos formando a parte superior e com os corais embaixo d’água nos faz ver o referido ponto.
Proximidade – O fato dos corais estarem próximos ao resto da figura é que é o indicativo maior na percepção do ponto de interrogação.
Segregação – Apesar de juntos formarem um ponto de interrogação, é perceptível que há vários elementos distintos formando a figura, desde momentos históricos, monumentos históricos ou animais selvagens e paisagens naturais. Além disso, pode-se perceber uma hierarquia visual onde o começo do ponto de interrogação é o mais externo (representação do espaço – fora da Terra) e descendo vamos seguindo a ordem: Ártico (representado pelos pinguins que nos remete ainda a partes superiores), Zona Temperada (representado pelos pinheiros que seria a continuidade da descida), Trópicos (figura dos astecas, a cachoeira que lembra selva, as pirâmides nos dando a ideia de parte mais central), fundo do mar (trazendo o aspecto de parte mais baixa).
Continuidade – Essa mesma hierarquia faz com que tenhamos continuidade na figura. Se fosse colocado o oceano na metade da interrogação e depois o espaço, ficaria estranho aos nossos olhos, mas a linha seguindo do mais externo pro mais fundo traz mais suavidade a gravura.
Pregnância – Enquadrei essa figura na pregnância, apesar de alguns artigos que li falarem da simplicidade e essa gravura é poluída por conta dos muitos elementos. Entretanto, em um dos artigos fala da tendência à harmonia visual que, acredito, aparece ainda devido a hierarquia visual do mais externo pro mais interno. Como em aula a professora falou em baixa e alta e não em ausência de pregnância, acredito que essa figura tem de média pra alta. Não sendo alta devido a falta de simplicidade. O observador olha para imagem e vê o ponto de interrogação.
Figura 2 (Dois homens em um)
Segregação – Apesar de ser o mesmo homem em posição oposta, mas ligado pela montagem da figura, distingue-se facilmente duas situações vividas pelo mesmo homem. Um detetive ou policial em uma investigação ou perseguição em um parque e uma pessoa lendo um livro em sua sala.
Pregnância – Há um equilíbrio bem trabalhado na figura além de uma simplicidade na foto. Cores que coexistem trazendo suavidade a gravura não cansando os olhos.
Continuidade – Percebo esse princípio de forma mais subjetiva. Podemos ver continuidade do raciocínio: ele está lendo uma ficção policial e se imagina como o personagem da história e os nossos olhos acompanham essa linha traçada pela figura. Não conseguimos apenas ver a pessoa lendo, somos impulsionados a terminar o caminho chegando ao detetive e percebendo que são a mesma pessoa se imaginando numa outra situação.
Fechamento – O elemento homem + livro + tapete + parte inferior de uma cadeira (ou mesa) formam um todo reconhecível que é a sala. O elemento homem + arma + lanterna + folhas caídas formam um todo reconhecível que é um parque, uma campo. Se considerar a fumaça na arma, ainda pode-se pensar em um tiroteio no parque.
Figura 3 (foto no espelho)
Continuidade - O olho tende a continuar acompanhando a formação das imagens mesmo sendo diferentes. Na realidade, essa diferença é que faz continuar o movimento natural dos olhos. A imagem dá uma ideia sequencial: há o modelo original da foto e os observadores da foto.
Fechamento - Não é retratado o banheiro como um todo, mas alguns elementos, como as torneira e o fato da primeira pessoa da imagem estar seminua, que nos levam a imaginar o banheiro.
Unidade – Os “pedaços” da imagem são suficientes para perceber que é o mesmo banheiro em todos os reflexos.
Figura 4 (Hortaliças em um prato)
Fechamento – O desenho feito com as hortaliças e legumes não está completo, mas percebemos que a parte que falta define um coração.
Unidade – os elementos estão junto o suficiente para que se perceba o grupo formando um coração incompleto.
Alta pregnância – Forma simples e harmonia visual bastante apurada. De imediato percebe-se o formato do coração.
Proximidade – A imagem do pintor nos leva a crer que o próprio desenha o coração.
Unidade – os elementos estão junto o suficiente para que se perceba o grupo formando o ponto de interrogação. Apesar de não possuir a forma exata, a proximidade dos elementos formando a parte superior e com os corais embaixo d’água nos faz ver o referido ponto.
Proximidade – O fato dos corais estarem próximos ao resto da figura é que é o indicativo maior na percepção do ponto de interrogação.
Segregação – Apesar de juntos formarem um ponto de interrogação, é perceptível que há vários elementos distintos formando a figura, desde momentos históricos, monumentos históricos ou animais selvagens e paisagens naturais. Além disso, pode-se perceber uma hierarquia visual onde o começo do ponto de interrogação é o mais externo (representação do espaço – fora da Terra) e descendo vamos seguindo a ordem: Ártico (representado pelos pinguins que nos remete ainda a partes superiores), Zona Temperada (representado pelos pinheiros que seria a continuidade da descida), Trópicos (figura dos astecas, a cachoeira que lembra selva, as pirâmides nos dando a ideia de parte mais central), fundo do mar (trazendo o aspecto de parte mais baixa).
Continuidade – Essa mesma hierarquia faz com que tenhamos continuidade na figura. Se fosse colocado o oceano na metade da interrogação e depois o espaço, ficaria estranho aos nossos olhos, mas a linha seguindo do mais externo pro mais fundo traz mais suavidade a gravura.
Pregnância – Enquadrei essa figura na pregnância, apesar de alguns artigos que li falarem da simplicidade e essa gravura é poluída por conta dos muitos elementos. Entretanto, em um dos artigos fala da tendência à harmonia visual que, acredito, aparece ainda devido a hierarquia visual do mais externo pro mais interno. Como em aula a professora falou em baixa e alta e não em ausência de pregnância, acredito que essa figura tem de média pra alta. Não sendo alta devido a falta de simplicidade. O observador olha para imagem e vê o ponto de interrogação.
Figura 2 (Dois homens em um)
Segregação – Apesar de ser o mesmo homem em posição oposta, mas ligado pela montagem da figura, distingue-se facilmente duas situações vividas pelo mesmo homem. Um detetive ou policial em uma investigação ou perseguição em um parque e uma pessoa lendo um livro em sua sala.
Pregnância – Há um equilíbrio bem trabalhado na figura além de uma simplicidade na foto. Cores que coexistem trazendo suavidade a gravura não cansando os olhos.
Continuidade – Percebo esse princípio de forma mais subjetiva. Podemos ver continuidade do raciocínio: ele está lendo uma ficção policial e se imagina como o personagem da história e os nossos olhos acompanham essa linha traçada pela figura. Não conseguimos apenas ver a pessoa lendo, somos impulsionados a terminar o caminho chegando ao detetive e percebendo que são a mesma pessoa se imaginando numa outra situação.
Fechamento – O elemento homem + livro + tapete + parte inferior de uma cadeira (ou mesa) formam um todo reconhecível que é a sala. O elemento homem + arma + lanterna + folhas caídas formam um todo reconhecível que é um parque, uma campo. Se considerar a fumaça na arma, ainda pode-se pensar em um tiroteio no parque.
Figura 3 (foto no espelho)
Continuidade - O olho tende a continuar acompanhando a formação das imagens mesmo sendo diferentes. Na realidade, essa diferença é que faz continuar o movimento natural dos olhos. A imagem dá uma ideia sequencial: há o modelo original da foto e os observadores da foto.
Fechamento - Não é retratado o banheiro como um todo, mas alguns elementos, como as torneira e o fato da primeira pessoa da imagem estar seminua, que nos levam a imaginar o banheiro.
Unidade – Os “pedaços” da imagem são suficientes para perceber que é o mesmo banheiro em todos os reflexos.
Figura 4 (Hortaliças em um prato)
Fechamento – O desenho feito com as hortaliças e legumes não está completo, mas percebemos que a parte que falta define um coração.
Unidade – os elementos estão junto o suficiente para que se perceba o grupo formando um coração incompleto.
Alta pregnância – Forma simples e harmonia visual bastante apurada. De imediato percebe-se o formato do coração.
Proximidade – A imagem do pintor nos leva a crer que o próprio desenha o coração.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Trabalho final 2º semestre
Equipe: André de Sena Pinheiro
Maria Jocilandia Mendes Vasconcelos Pinheiro
Júlio Nathanael Silva Mesquita
Thais Pinto Machado
Cliente: Francisco Estêvão de Mesquita Lima, professor do LEI (Laboratório de Ensino de Informática) da EEFM Patronato Sagrada Família
Motivação: O grupo procurou trabalhar com o desenvolvimento de um produto voltado para a educação, já que dois membros são professores da educação básica.
Objetivo: Aprimorar um jogo digital que ajuda os alunos a resolver equações de 1º e 2º grau. O jogo foi iniciado pelo cliente em php, e não está em pleno uso. Desenvolver o jogo para flash e corrigir erros existentes de funcionamento.
Justificativa: O desinteresse e apatia dos alunos por resolver problemas envolvendo equações matemáticas dificulta o aprendizado, tanto da própria como em disciplinas afins (Física e Química). Sabendo do interesse dos alunos pelos meios eletrônicos, o grupo vislumbrou a ideia de um jogo que ajudasse a resolver esse problema unindo as equações e suas resoluções interatividade dos games.
O jogo baseia-se na repetição de um evento (resolução de equações) para fixar e aumentar a capacidade de solucionar o problema de forma rápida e correta.
No jogo, o player é um soldado da marinha que deve proteger a costa da sua cidade. Todavia, alguém derramou suco nos controles automatizados e a única forma de acertar o inimigo é digitando as coordenadas de latitude e longitude que são os resultados da resolução de dois conjuntos de equações.
O game terá vários níveis de dificuldade (ainda não definido). As equações serão geradas de forma aleatória sendo separadas por nível de dificuldade: por exemplo, no nível 1 os coeficientes são definidos por números inteiros positivos, já um nível 8, poderia trazer coeficientes fracionários. Além disso, atingido certo limiar de nível passamos a ter equações de segundo grau. Para cada nível deve ser resolvido três conjuntos de equações. A pontuação depende do nível, visto que a cada aumento de dificuldade tem-se uma embarcação diferente. O jogo terá um modo versus em que um dos jogadores é o invasor, além de um timer que força a resolução de forma rápida.
Será criada uma logo.
Maria Jocilandia Mendes Vasconcelos Pinheiro
Júlio Nathanael Silva Mesquita
Thais Pinto Machado
Cliente: Francisco Estêvão de Mesquita Lima, professor do LEI (Laboratório de Ensino de Informática) da EEFM Patronato Sagrada Família
Motivação: O grupo procurou trabalhar com o desenvolvimento de um produto voltado para a educação, já que dois membros são professores da educação básica.
Objetivo: Aprimorar um jogo digital que ajuda os alunos a resolver equações de 1º e 2º grau. O jogo foi iniciado pelo cliente em php, e não está em pleno uso. Desenvolver o jogo para flash e corrigir erros existentes de funcionamento.
Justificativa: O desinteresse e apatia dos alunos por resolver problemas envolvendo equações matemáticas dificulta o aprendizado, tanto da própria como em disciplinas afins (Física e Química). Sabendo do interesse dos alunos pelos meios eletrônicos, o grupo vislumbrou a ideia de um jogo que ajudasse a resolver esse problema unindo as equações e suas resoluções interatividade dos games.
O jogo baseia-se na repetição de um evento (resolução de equações) para fixar e aumentar a capacidade de solucionar o problema de forma rápida e correta.
No jogo, o player é um soldado da marinha que deve proteger a costa da sua cidade. Todavia, alguém derramou suco nos controles automatizados e a única forma de acertar o inimigo é digitando as coordenadas de latitude e longitude que são os resultados da resolução de dois conjuntos de equações.
O game terá vários níveis de dificuldade (ainda não definido). As equações serão geradas de forma aleatória sendo separadas por nível de dificuldade: por exemplo, no nível 1 os coeficientes são definidos por números inteiros positivos, já um nível 8, poderia trazer coeficientes fracionários. Além disso, atingido certo limiar de nível passamos a ter equações de segundo grau. Para cada nível deve ser resolvido três conjuntos de equações. A pontuação depende do nível, visto que a cada aumento de dificuldade tem-se uma embarcação diferente. O jogo terá um modo versus em que um dos jogadores é o invasor, além de um timer que força a resolução de forma rápida.
Será criada uma logo.
terça-feira, 11 de março de 2014
Melhorando a criatividade
Segue uma breve discussão sobre os tópicos e uma indicação de como vou proceder para melhorar.
1 – Cota de ideias: 1 por dia durante 1 mês
2 – Obter um tom: observar coisas ao meu redor eu já fazia mas não de forma sistemática. Faço muito isso com caminhos, quando tento me orientar, procuro lembrar não de nomes de ruas, mas de coisas que vi nas ruas, como casas, uma árvore diferente, ou até mesmo um buraco na rua (isso evita de eu acabar com o carro, hehehehe).
Como melhorar: Observar as coisas ao redor estendendo para o trabalho também. Com a prática, acredito que consiga estender para qualquer atividade que eu realize.
3 – Não seja uma pessoa de hábitos: posso dizer que não tenho hábitos e nem horas fixas de sono. Poucas coisas na minha vida seguem um padrão. Como sou professor, meus horários de trabalho mudam ano a ano, e as vezes mais de uma vez por ano, sendo assim, não tenho horários fixos. Como aluno, eles mudam de 6 em 6 meses. Sono depende da Joyce. Ela segue mais ou menos um padrão de horário, mas as vezes ela burla o seu relógio biológico. Todavia, o que mais muda minhas horas de sono é o trabalho e a faculdade. Por vezes fico até de madrugada preparando aula ou estudando para o curso. Quer melhor exemplo de não ter horário a seguir?
Como melhorar: Buscar melhorar essa questão de não ter hábitos, passando a ter leitura (confesso, tenho muita preguiça de ler) já que isso não faz parte do meu cotidiano, fugir um pouco das minhas leituras normais, mudar minha rotina em fins de semana (não muito, mas o que der nesse início tá valendo).
4 – Alimente seu cérebro: eu costumo exercitar meu cérebro com questões da minha área (Física). Procuro coisas novas pra passar pros alunos, se vejo um vídeo relacionado com a matéria eu indico para eles. Até o ano passado eu indicava livros paradidáticos que tivessem relação com a Física, mas só. Todavia, eu sempre leio manual de instruções de qualquer coisa.
Como melhorar: vou primeiro seguir a sugestão contida no slide de imaginar o segundo capítulo apenas pelo índice e pelo que li no primeiro. Procurar assistir vídeos ou ler reportagens sobre assuntos que não estão diretamente relacionados com a Física (nem com a turma da Mônica), mas aviso, não escutarei outros tipos de música que não seja o meu estilo, aí já é tortura demais, hehehehehe.
5 – Faça uma análise de conteúdo: meu conteúdo básico (único) de leitura que ainda desperta a minha atenção (fora da Física) são os gibis da turma da Mônica (como já dei uma noção no item anterior), principalmente do Chico Bento e do Cebolinha. Não tenho muito interesse em ler outra coisas. Sites diferentes? Pouco provável. Quanto a viajar e avaliar as leituras locais… é bom. Minha esposa vive pedindo pra gente viajar, mas existem mais coisas entre viajar e ficar em casa do que imagina a nossa vã filosofia. Já nos spans, eu nem olho, apago direto. Só vejo quando a mensagem de um site na net pede pra olhar. Tenho TV por assinatura, logo deixei de ver a programação local. E música, só escuto rock. Nunca me preocupei com o que os outros estavam interessados.
Como melhorar: fugir um pouco das minhas leituras normais (como já falei), procurar ir em sites diferentes e que tenham assuntos de design (vai um pouco de babação pra disciplina, heheheh), já o viajar não depende só de vontade, mas, quando tiver vontade de ir pra um lugar diferente e não puder, pesquisarei sobre o lugar pra me atualizar do que está acontecendo por lá, quais as tendências de lá. Tentarei também me manter informado vendo TV local.
6 – Faça um banco de ideias: Anotar ideias? Nunca tive essa prática. Se ela for boa, eu costumo não esquecer, todavia, sei que essa atitude não é a correta. Fazer um arquivo então, fora de cogitação.
Como melhorar: vou seguir a sugestão contida no slide e coletar e guardar notícias em um local destinado apenas a essas ideias, não só sobre minha região como também quando “viajar”. Vou tentar usar as ferramentas sugeridas nos slides também.
7 – Seja um viciado em viagens: essa de andar com a mente aberta sempre é difícil, mas vou me esforçar pra que eu consiga o mínimo.
Como melhorar: Esse talvez seja o passo mais difícil para mim. Vou procurar evitar ver algo diferente e simplesmente ignorar (como faço hoje). Ao ver coisas que não são normais a minha cabeça vou tentar procurar nela algo que possa estar relacionado comigo, mesmo que não o evento todo, pelo menos um detalhe para, assim, trago parte da visualização para minha realidade.
8 – Capture seus pensamentos: como dito antes, não tenho costume de anotar (talvez seja o primeiro hábito a ser retirado de mim).
Como melhorar: como dito que seria feito com as notícias, vou começar a anotar meus devaneios. Vou separar um caderno, ou pelo menos uma matéria pra isso. Mas aviso, no começo, a maior parte será sobre ensino. Meus desenhos também serão arquivados (dessa parte eu gosto! uhuuu)
9 – Pense certo: Eu penso obvio.
Como melhorar: concentrar-me antes de dar uma resposta procurando o que foge ao padrão ou uma outra utilidade para o que foi perguntado. Esse vai ser de nível médio. Quanto ao anotar … esse é mais hard, mas vou me policiar pra fazer.
10 – Registro de ideias
Como melhorar: depois de ter conseguido fazer o que escrevi acima, revisitar uma ideia para ter certeza que ela serve para o momento vai ser moleza.
1 – Cota de ideias: 1 por dia durante 1 mês
2 – Obter um tom: observar coisas ao meu redor eu já fazia mas não de forma sistemática. Faço muito isso com caminhos, quando tento me orientar, procuro lembrar não de nomes de ruas, mas de coisas que vi nas ruas, como casas, uma árvore diferente, ou até mesmo um buraco na rua (isso evita de eu acabar com o carro, hehehehe).
Como melhorar: Observar as coisas ao redor estendendo para o trabalho também. Com a prática, acredito que consiga estender para qualquer atividade que eu realize.
3 – Não seja uma pessoa de hábitos: posso dizer que não tenho hábitos e nem horas fixas de sono. Poucas coisas na minha vida seguem um padrão. Como sou professor, meus horários de trabalho mudam ano a ano, e as vezes mais de uma vez por ano, sendo assim, não tenho horários fixos. Como aluno, eles mudam de 6 em 6 meses. Sono depende da Joyce. Ela segue mais ou menos um padrão de horário, mas as vezes ela burla o seu relógio biológico. Todavia, o que mais muda minhas horas de sono é o trabalho e a faculdade. Por vezes fico até de madrugada preparando aula ou estudando para o curso. Quer melhor exemplo de não ter horário a seguir?
Como melhorar: Buscar melhorar essa questão de não ter hábitos, passando a ter leitura (confesso, tenho muita preguiça de ler) já que isso não faz parte do meu cotidiano, fugir um pouco das minhas leituras normais, mudar minha rotina em fins de semana (não muito, mas o que der nesse início tá valendo).
4 – Alimente seu cérebro: eu costumo exercitar meu cérebro com questões da minha área (Física). Procuro coisas novas pra passar pros alunos, se vejo um vídeo relacionado com a matéria eu indico para eles. Até o ano passado eu indicava livros paradidáticos que tivessem relação com a Física, mas só. Todavia, eu sempre leio manual de instruções de qualquer coisa.
Como melhorar: vou primeiro seguir a sugestão contida no slide de imaginar o segundo capítulo apenas pelo índice e pelo que li no primeiro. Procurar assistir vídeos ou ler reportagens sobre assuntos que não estão diretamente relacionados com a Física (nem com a turma da Mônica), mas aviso, não escutarei outros tipos de música que não seja o meu estilo, aí já é tortura demais, hehehehehe.
5 – Faça uma análise de conteúdo: meu conteúdo básico (único) de leitura que ainda desperta a minha atenção (fora da Física) são os gibis da turma da Mônica (como já dei uma noção no item anterior), principalmente do Chico Bento e do Cebolinha. Não tenho muito interesse em ler outra coisas. Sites diferentes? Pouco provável. Quanto a viajar e avaliar as leituras locais… é bom. Minha esposa vive pedindo pra gente viajar, mas existem mais coisas entre viajar e ficar em casa do que imagina a nossa vã filosofia. Já nos spans, eu nem olho, apago direto. Só vejo quando a mensagem de um site na net pede pra olhar. Tenho TV por assinatura, logo deixei de ver a programação local. E música, só escuto rock. Nunca me preocupei com o que os outros estavam interessados.
Como melhorar: fugir um pouco das minhas leituras normais (como já falei), procurar ir em sites diferentes e que tenham assuntos de design (vai um pouco de babação pra disciplina, heheheh), já o viajar não depende só de vontade, mas, quando tiver vontade de ir pra um lugar diferente e não puder, pesquisarei sobre o lugar pra me atualizar do que está acontecendo por lá, quais as tendências de lá. Tentarei também me manter informado vendo TV local.
6 – Faça um banco de ideias: Anotar ideias? Nunca tive essa prática. Se ela for boa, eu costumo não esquecer, todavia, sei que essa atitude não é a correta. Fazer um arquivo então, fora de cogitação.
Como melhorar: vou seguir a sugestão contida no slide e coletar e guardar notícias em um local destinado apenas a essas ideias, não só sobre minha região como também quando “viajar”. Vou tentar usar as ferramentas sugeridas nos slides também.
7 – Seja um viciado em viagens: essa de andar com a mente aberta sempre é difícil, mas vou me esforçar pra que eu consiga o mínimo.
Como melhorar: Esse talvez seja o passo mais difícil para mim. Vou procurar evitar ver algo diferente e simplesmente ignorar (como faço hoje). Ao ver coisas que não são normais a minha cabeça vou tentar procurar nela algo que possa estar relacionado comigo, mesmo que não o evento todo, pelo menos um detalhe para, assim, trago parte da visualização para minha realidade.
8 – Capture seus pensamentos: como dito antes, não tenho costume de anotar (talvez seja o primeiro hábito a ser retirado de mim).
Como melhorar: como dito que seria feito com as notícias, vou começar a anotar meus devaneios. Vou separar um caderno, ou pelo menos uma matéria pra isso. Mas aviso, no começo, a maior parte será sobre ensino. Meus desenhos também serão arquivados (dessa parte eu gosto! uhuuu)
9 – Pense certo: Eu penso obvio.
Como melhorar: concentrar-me antes de dar uma resposta procurando o que foge ao padrão ou uma outra utilidade para o que foi perguntado. Esse vai ser de nível médio. Quanto ao anotar … esse é mais hard, mas vou me policiar pra fazer.
10 – Registro de ideias
Como melhorar: depois de ter conseguido fazer o que escrevi acima, revisitar uma ideia para ter certeza que ela serve para o momento vai ser moleza.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Assinar:
Comentários (Atom)
.jpg)






