Figura 1 (interrogação)
Unidade – os elementos estão junto o suficiente para que se perceba o grupo formando o ponto de interrogação. Apesar de não possuir a forma exata, a proximidade dos elementos formando a parte superior e com os corais embaixo d’água nos faz ver o referido ponto.
Proximidade – O fato dos corais estarem próximos ao resto da figura é que é o indicativo maior na percepção do ponto de interrogação.
Segregação – Apesar de juntos formarem um ponto de interrogação, é perceptível que há vários elementos distintos formando a figura, desde momentos históricos, monumentos históricos ou animais selvagens e paisagens naturais. Além disso, pode-se perceber uma hierarquia visual onde o começo do ponto de interrogação é o mais externo (representação do espaço – fora da Terra) e descendo vamos seguindo a ordem: Ártico (representado pelos pinguins que nos remete ainda a partes superiores), Zona Temperada (representado pelos pinheiros que seria a continuidade da descida), Trópicos (figura dos astecas, a cachoeira que lembra selva, as pirâmides nos dando a ideia de parte mais central), fundo do mar (trazendo o aspecto de parte mais baixa).
Continuidade – Essa mesma hierarquia faz com que tenhamos continuidade na figura. Se fosse colocado o oceano na metade da interrogação e depois o espaço, ficaria estranho aos nossos olhos, mas a linha seguindo do mais externo pro mais fundo traz mais suavidade a gravura.
Pregnância – Enquadrei essa figura na pregnância, apesar de alguns artigos que li falarem da simplicidade e essa gravura é poluída por conta dos muitos elementos. Entretanto, em um dos artigos fala da tendência à harmonia visual que, acredito, aparece ainda devido a hierarquia visual do mais externo pro mais interno. Como em aula a professora falou em baixa e alta e não em ausência de pregnância, acredito que essa figura tem de média pra alta. Não sendo alta devido a falta de simplicidade. O observador olha para imagem e vê o ponto de interrogação.
Figura 2 (Dois homens em um)
Segregação – Apesar de ser o mesmo homem em posição oposta, mas ligado pela montagem da figura, distingue-se facilmente duas situações vividas pelo mesmo homem. Um detetive ou policial em uma investigação ou perseguição em um parque e uma pessoa lendo um livro em sua sala.
Pregnância – Há um equilíbrio bem trabalhado na figura além de uma simplicidade na foto. Cores que coexistem trazendo suavidade a gravura não cansando os olhos.
Continuidade – Percebo esse princípio de forma mais subjetiva. Podemos ver continuidade do raciocínio: ele está lendo uma ficção policial e se imagina como o personagem da história e os nossos olhos acompanham essa linha traçada pela figura. Não conseguimos apenas ver a pessoa lendo, somos impulsionados a terminar o caminho chegando ao detetive e percebendo que são a mesma pessoa se imaginando numa outra situação.
Fechamento – O elemento homem + livro + tapete + parte inferior de uma cadeira (ou mesa) formam um todo reconhecível que é a sala. O elemento homem + arma + lanterna + folhas caídas formam um todo reconhecível que é um parque, uma campo. Se considerar a fumaça na arma, ainda pode-se pensar em um tiroteio no parque.
Figura 3 (foto no espelho)
Continuidade - O olho tende a continuar acompanhando a formação das imagens mesmo sendo diferentes. Na realidade, essa diferença é que faz continuar o movimento natural dos olhos. A imagem dá uma ideia sequencial: há o modelo original da foto e os observadores da foto.
Fechamento - Não é retratado o banheiro como um todo, mas alguns elementos, como as torneira e o fato da primeira pessoa da imagem estar seminua, que nos levam a imaginar o banheiro.
Unidade – Os “pedaços” da imagem são suficientes para perceber que é o mesmo banheiro em todos os reflexos.
Figura 4 (Hortaliças em um prato)
Fechamento – O desenho feito com as hortaliças e legumes não está completo, mas percebemos que a parte que falta define um coração.
Unidade – os elementos estão junto o suficiente para que se perceba o grupo formando um coração incompleto.
Alta pregnância – Forma simples e harmonia visual bastante apurada. De imediato percebe-se o formato do coração.
Proximidade – A imagem do pintor nos leva a crer que o próprio desenha o coração.




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